06/09/2011


Esclarecimentos sobre a publicação da revista Veja sobre o medicamento LIraglutida (VIctoza)

Resumindo sobre o produto: trata-se de um excelente medicamento da classe dos análogos de GLP-1, que é utilizado para tratamento do Diabetes tipo 2 (DM2) e que oferece inúmeros benefícios além do controle glicêmico, sendo um deles a perda de peso, condição muito difícil em portadores de Diabetes. O Victoza também pode ser utilizado em pessoas que não tem DM2, já que em breve sairá a liberação definitiva para uso como medicamento emagrecedor.

Vários pontos são importantes de serem discutidos. A reportagem exagerou no sentido do efeito emagrecedor, visto que a resposta terapêutica é variável e individual: alguns pacientes perdem bastante peso e outros (ate 25%) não.  Ou seja, não acreditem que seja parecido como “milagre” como foi divulgado na capa.

O uso na prática requer cuidados específicos. Deve ser prescrito por médico endocrinologista que tenha experiência com Liraglutida.  Boa parte dos pacientes apresenta náusea no início do tratamento e se desestimulam. Ou seja, a automedicação nesse caso está totalmente contra-indicada.

Nesse sentido, há pelo menos uma barreira já que o Victoza não se encontra disponível  para pronta entrega na maior parte das farmácias..

 

DR. ANDRÉ LUIZ CRUZES

Médico endocrinologista

Associação de Diabetes Juvenil (ADJ) noroeste paulista

Birigui – SP

Escrito por Adj Birigui às 10h50
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A edição da revista VEJA desta semana mostra como age o medicamento e conta sobre resultados

Criado para ajudar pessoas que sofrem de diabetes, o Victoza, remédio recém lançado pela industria farmacêutica, está também sendo usado por pessoas que não tem a doença como aliado na perda de peso. A edição da revista VEJA desta semana mostra como age o medicamento conta historia de pessoas que, enfrentaram os leves efeitos do medicamento e perderam até 12 quilos em apenas cinco meses.

Um destes personagens é Ana Paula Nogueira, 30 anos. Ela está há pelo menos 10 meses, ela já enfrentou mais de 20 dietas diferentes para que em seus 1,75 metros pesasse apenas 70 quilos. Porém em agosto, ela procurou mais uma vez seu endocrinologista, que lhe recomendou o liraglutida, vendido como Victoza. Ela faz parte do grupo de um terço dos usuários que consomem o medicamento mesmo sem ter diabetes. E deu certo. Em apenas 32 dias foram quatro quilos a menos.

Como explica VEJA, o medicamento é fabricado no laboratório Novo Nordisk, da Dinamarca, lançado nos EUA em 2010, e há três meses no Brasil. Mesmo sendo indicado para o diabetes tipo dois, ele vem maciçamente sendo usado para o emagrecimento. Até mesmo o laboratório que fabrica o Victoza já busca o reconhecimento do medicamento como emagrecedor. Ele é aplicado diariamente com uma injeção por meio de agulha de 6 milímetros.

A pedido de VEJA, o médico endocrinologista Antônio Carlos de Nascimento fez simulações em laboratório e os resultados comparando o consumo médio de gordura dos brasileiros com a taxa de queima do liraglutida e chegou-se ao resultado de menos 10 quilos em média durante cinco meses. Em caso de associação com atividade física, os resultados, segundo Nascimento, podem chegar à redução de 12 quilos no mesmo período. Ainda segundo o especialista, nos laboratórios já são observados resultados bem mais animadores em pacientes, do que em casos onde são usados inibidores de apetite habituais, explica, podendo a perda de peso chegar a ser até 50% maior.

LIRAGLUTIDA ASSOCIADA À DIETA: PERDA DE ATÉ 12KG

A revista cita o estudo realizado pelo International Journal of Obesity que mostra que o medicamento não só não faz mal ao coração, como provoca baixas nos índices de pressão arterial. O estudo cita ainda que o liraglutida não afeta a atividade cerebral, apenas imita uma substancia já existente no organismo. Quantos aos efeitos colaterais, os pacientes só queixaram-se náuseas e dores de cabeça. Nada que assuste.

NO QUADRO, VEJA COMO AGE A LIRAGLUTIDA

Resultado da medicina moderna, como própria VEJA explica, o medicamento vem para solucionar um dos grandes problemas do homem no século XXI, emagrecer em enfrentar grandes efeitos colaterais, aumentando a sensação de saciedade causando o mínimo de danos. Ele também está aí para os 300 milhões de diabéticos, 14 milhões no Brasil, que do total, 80% pesam mais do que deviam. A verdadeira “bala de prata contra o excesso de peso”.


ANA PAULA NOGUEIRA
– 30 anos – Perdeu 4 quilos em apenas um mês. Sempre se viu uma pessoa sedentária e elogia os efeitos mínimos do tratamento. Agora 76 quilos, que atingir o seu peso normal, de 70.
LUIZ HENRIQUE PIRES DE OLIVEIRA ALVES – 42 anos – Com 1,80 metro de altura, conta as calorias desde a infância. Tomou inibidores de apetite por quase uma década e chegou a usar balão gástrico. Conseguiu sair dos 116 quilos, e em dois meses perdeu 11. Agora, espera chegar à casa dos 90.

Fonte : Revista Veja

Escrito por Adj Birigui às 10h45
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15/02/2011


ESCOLAS E CRIANÇAS COM DIABETES

As escolas não estão preparadas para receber crianças com diabetes!

Antes disso, no ato da matrícula conversamos (eu e meu esposo) com a diretora sobre sua doença: Diabetes.

A mesma me solicitou um laudo do endócrino para enviar para a empresa que fornece o lanche e para nutricionista da escola. E solicitei que se algum dia Luana não quisesse lanchar que me ligasse, pois poderia levá-la a uma hipoglicemia (falei sobre os principais sintomas).

No primeiro dia de aula conversei com a professora (já que não teve nenhuma reunião antes), como havia combinado com a diretora que enviaria na primeira semana o lanche de casa, disse: - Não esqueça que o lanche dela está na mochila!

Quando cheguei na sala dela, para minha surpresa ela não estava lá, então meu coração disparou e foi aí que professora disse: - Ah! Ela ta lá no refeitório.

E na mesma hora ela vem toda sorridente dizendo: - Mamãe, hoje a gente tomou NESCAU e biscoito DOCE e ainda tomamos REFRIGERANTE.

Calmamente perguntei pra professora: - Luana não tomou o lanche dela? E ela disse: - A escola fornece o lanche e então eu disse: - Mas ela tem diabetes e o dela é diet! Então, ela lembrou e pediu desculpas.

E apenas 2 horas e meia ela esqueceu tudo que eu havia falado sobre a Luana.

Conversei com a Luana, pois ela sabia que não podia tomar naquela semana o lanche da escola, porém, ela tem apenas 4 anos e como toda criança ela não tem muita dimensão dos riscos que corre.

CONCLUSÃO: GLICOSE= 459.

Segundo dia de aula: Ok, Luana disse que lembrou a professora e glicose = 130.

Terceiro dia: Luana não comeu o biscoito, tomou apenas o suco que era Ades zero de Laranja (porque já previa que poderia acontecer algo do tipo e esse suco mesmo sendo zero aumenta um pouco a glicose uma vez que tem 6,9g de carboidratos dos quais 1,2g açucares).

Mesmo eu pedindo pra me ligar caso isso acontecesse à professora não falou nada para a diretora que não me ligou, é claro!

RESULTADO: GLICOSE= 60

DETALHE: A diretora informou que não conseguiu falar com a nutricionista e me pediu para levar na segunda o lanche dela (o das demais será sucrilhos e leite fermentado).

Pior do que isso, foi à diretora me afirmar que não sabia nada sobre diabetes, significa que mesmo sabendo que receberia na escola uma criança portadora da doença, não teve o menor interesse em se informar sobre o assunto.

AS ESCOLAS NÃO ESTÃO PREPARADAS PARA RECEBER CRIANÇAS COM DIABETES!

http://www.diabetes.org.br/

Escrito por Adj Birigui às 16h02
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03/02/2011


Governo anuncia remédios gratuitos para hipertensão e diabetes

Governo anuncia remédios gratuitos para hipertensão e diabetes

Medicamentos serão oferecidos gratuitamente a partir de 14 de fevereiro.
É necessária apresentação de receita médica em farmácia conveniada.

Do G1, em Brasília

A presidente da República, Dilma Rousseff, e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciaram nesta quinta-feira (3) que, a partir do próximo dia 14, serão gratuitos os medicamentos para diabetes e hipertensão oferecidos pelo programa  Aqui Tem Farmácia Popular. Para se adquirir o medicamento gratuito pelo programa, é necessária a apresentação de receita médica.

Desde 2004, o programa Farmácia Popular oferece descontos de até 90% para 108 tipos de medicamentos. A diferença é que, a partir do dia 14, os medicamentos para diabetes e hipertensão do programa passam a ser gratuitos (confira aqui a lista de todos os medicamentos do programa Farmácia Popular; o arquivo está em formato pdf).

Escrito por Adj Birigui às 16h14
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O paciente diabético deve ser independente

O paciente diabético deve ser independente. Não há escolha!

Não há dúvidas de que um dos maiores desenvolvimentos do século XX foi a insulinoterapia. Tenho certeza de que os pesquisadores canadenses Banting & Best , em 1922, nem imaginariam o que repercutiu a pesquisa deles ao longo dos anos. E isto foi muito além do Prêmio Nobel que a pesquisa rendeu.

Até este ano de 1922 os diabéticos tipo 1 tinham sobrevida de meses ou anos. Graças às injeções de insulina que este quadro mudou. Graças a esta inovação pacientes diabéticos tipo 1 hoje têm qualidade de vida igual ou até mesmo melhor do que a de muitos não diabéticos.

Hoje atendi uma paciente de 10 anos de idade, super-inteligente, ativa, que está escrevendo um livro sobre diabetes que certamente será um sucesso nas bancas. Até hoje nunca conheci uma criança de 10 anos preocupada em escrever um livro.

Para minha surpresa, ela me disse que sua mãe aplicava a insulina. Sinceramente fiquei pasmo, pois ela sabia a dose adequada para aplicar, sabia o que fazer de acordo com os valores da glicose, sabia a importância do diabetes e sabia manusear a caneta de aplicação. Em outras palavras, ela sabia coisas bem mais difíceis, mas não fazia o mais básico que era a autoaplicação

Este é apenas um exemplo dentre vários do dia-a-dia do consultório. Há pacientes adultos que ainda não se autoaplicam a insulina.

A autoaplicação é fundamental pois faz o paciente lembrar de que ele é autônomo, suficiente e que não há necessidade de ser ajudado. Não há dúvidas de que mãe, pai, irmão têm o maior prazer em aplicar a insulina no paciente diabético. Mas a questão não é esta...

Aos parentes que têm "pena" do paciente diabético: o grande legado ou ajuda que você pode fazer para o seu paciente diabético é ensiná-lo a ser completamente independente. Sendo independente o paciente poderá dormir na casa de colegas, viajar, briancar e estudar com mais tranquilidade. Não tenho dúvidas de que o amor de quem cuida do paciente diabético é tão grande que eles poderia fazer as aplicações diárias sem problemas e para o resto da vida, mas a questão não é esta e sim a independência do paciente.

É óbvio que em pacientes muito novos não há como haver a autoaplicação e é claro que cada caso é um caso. A autaplicação deve ser iniciada com monitorização dos pais e de acordo com a dose indicada por eles. Tenho pacientes com 7 anos que já fazem isto, mas repito: cada caso é um caso.

Hoje temos canetas de aplicação de insulina super-modernas, fáceis, praticamente indolores (indolores mesmo) e com preço mais acessível.  Mesmo as tradicionais seringas atualmente estão bem menos dolorosas. Com as canetas de aplicação torna-se muito mais fácil o paciente pediátrico, idosos e deficientes visuais a fazer a aplicação de insulina, pois as canetas têm marcação de 1 em 1 unidade (algumas são de 0,5 em 0,5 unidades), dão um clique tátil e sonoro em cada unidade e é mais prática para transportar (não necessitando ficar em caixas com gelo quando em ambientes frescos).

Por fim, para quem se identificou com este texto, amanhã é hora de começar vida nova.

É hora de se iniciar o processo de independência!
http://www.carloseduardocouri.blogspot.com/

Escrito por Adj Birigui às 12h11
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Diabetes na infância: um desafio para a familia

 

Diabetes na infância: um desafio para a família

Geralmente, não há antecedentes familiares e são casos isolados da doença em uma família. A criança passa a beber muita água e líquidos em geral, urinar muito e perder peso. Isso chama a atenção para algo errado em progressão. O aparecimento destes sintomas, quase, sempre, coincide ou sucede um quadro infeccioso que pode mascarar o processo e dificultar o diagnóstico. Quando isso ocorre, a criança pode evoluir rapidamente para a desidratação e o coma.

O diabetes na infância, antigamente chamado diabetes juvenil, geralmente é do tipo I ou insulino-dependente. A doença se instala a partir de uma lesão auto-imune do pâncreas, que reduz drasticamente a produção de insulina, tornando a criança dependente da aplicação de insulina para viver. Há um grande reboliço na família. Muita coisa deverá mudar e a família deverá participar desta mudança. Não há como se omitir. As limitações deverão valer para todos, com restrições nutricionais e horários mais rigorosos. A vida continua, mas com aplicações de insulina, medições de glicemia e maior controle nutricional...


Informação faz parte do tratamento

Por incrível que pareça, a criança bem orientada aceita melhor a doença do que um paciente com 50 anos que se torna diabético. Para esses últimos, as limitações são mais dolorosas e sua resistência à aceitação do problema é muito maior. A criança pode não gostar de tomar banho, mas toma; pode reclamar de escovar os dentes, mas escova; pode se chatear com a nova rotina de aplicação de insulina, mas se submete a ela, pois tem mais tolerância e maior flexibilidade às mudanças de hábitos.

Mas para isto, os pais devem se mostrar tranqüilos e equilibrados diante do problema e não devem ceder aos apelos do pequeno paciente, que no início do tratamento, poderá resistir e até "usar de todos os seus poderes" para evitar a rotina de insulina e medições de glicemia. Se os pais demonstrarem sentir pena da criança, ela começa a se sentir vítima, e terá mais dificuldades para enfrentar o diabetes e a rotina do tratamento. Portanto, após a notícia, logo, o tumulto familiar tende a passar e dará lugar a atitudes de normalidade diante da vida e da doença.

Uma nova dieta

A dieta da criança com diabetes deve atender às suas necessidades nutricionais e de crescimento, assim como a das demais crianças. Ela deve ser encorajada a fazer três refeições bem definidas variadas e saborosas - café da manhã, almoço e jantar - e três lanches - no meio da manhã, tarde e antes de dormir. A família deve seguir essa orientação, juntamente com a criança, pois a recomendação vale para todos. Não é aceitável o fato de um irmão poder beliscar fora desses horários e o paciente com diabetes ter que encarar horários rígidos.

A dieta da criança com diabetes será praticamente a mesma das outras crianças, apenas com maior controle em relação ao consumo de doces para evitar flutuações glicêmicas. Os doces não precisam ser abolidos do cardápio dos pequenos, mas deverão ser acompanhados de ajustes nas dosagens da insulina, para se evitar as elevações glicêmicas que comprometem o controle metabólico.


Hoje, a indústria alimentícia já oferece grande variedade de alimentos que podem compor a dieta dessas crianças, como, por exemplo, vários tipos de doces, refrigerantes e chocolates sem açúcar. Mais difícil do que lidar com os doces, é a uniformização do volume das refeições da criança com diabetes, pois a dose de insulina utilizada depende do volume de alimento ingerido e deverá ser modificada na dependência das variações do volume das refeições. Caso a criança esteja inapetente ou vomite, poderá sofrer queda da glicose - a hipoglicemia - que é um quadro muito arriscado, podendo até desencadear crises convulsivas na criança.

Apoio e disciplina

A criança diabética, mais do que as demais, deverá comer nos horários certos e em quantidades mais ou menos definidas, consumindo alimentos variados, permitindo a troca de alimentos com equivalência calórica e nutricional. Um exemplo disso é a possibilidade de trocar o tipo de pão do café da manhã, mas jamais comer dois pães em um dia e nenhum pão em outro, pois com uma mesma dosagem de insulina, no primeiro exemplo, a criança sofrerá elevação na glicemia e, no segundo, grande chance de ter hipoglicemia.

A insulinização da criança diabética evoluiu muito. Hoje, elas podem se beneficiar do chamado esquema basal-bolus, com a associação de análogos de insulina de ação prolongada, que cobrem o jejum e os períodos pré-refeições, com os análogos de ação rápida, que cobrem os períodos pós-prandiais. Esse esquema requer medições glicêmicas de 1-4 vezes ao dia, na dependência do controle do paciente e risco de hipoglicemia. As maiores vantagens desse esquema são os menores riscos de hipoglicemia noturna, entre as refeições e uma maior flexibilidade nos horários das mesmas.

Outra opção muito bem vinda à criança com diabetes é o uso das bombas de infusão de insulina. São pequenos dispositivos que realizam a infusão contínua de um análogo de ação rápida da insulina, com doses maiores sendo programadas para cobrir as refeições, de acordo com a contagem dos carboidratos ingeridos naquela refeição. Esses aparelhos evitam as múltiplas picadas de insulina e também permitem maior flexibilidade na dieta desses pacientes.

Faz parte do tratamento da criança com diabetes a prática de atividade física regular. No dia da ginástica, a criança é orientada a se alimentar com um pequeno lanche, além de sua dieta convencional. Caso o paciente consiga aderir ao exercício físico, sua dosagem de insulina será bem menor e seu controle glicêmico muito mais provável de ser alcançado.

O controle glicêmico ideal é a principal meta no tratamento do diabetes no adulto e, mais ainda, na criança, uma vez que ela estará exposta aos riscos das complicações crônicas durante muito mais tempo que os adultos. Para aferir esse controle, nossa maior arma são as glicemias diárias realizadas através dos múltiplos glicosímetros disponíveis no mercado e a dosagem laboratorial da hemoglobina glicosilada no sangue. Através desses exames, a criança poderá ser monitorizada desde o início do tratamento e poderá viver livre das complicações crônicas, que tanto podem comprometer a qualidade de vida no futuro

Escrito por Adj Birigui às 12h06
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02/12/2010


Distribuição de monitores e tiras reagentes pelo SUS: Custo ou investimento?

Distribuição de monitores e tiras reagentes pelo SUS: Custo ou investimento?

A Economia da Saúde é um ramo das ciências econômicas especialmente focadas na avaliação dos benefícios médico – econômico – sociais, proporcionados por intervenções preventivas e curativas, procurando sempre avaliar se o montante de recursos aplicados está ou não justificado em função dos reais benefícios alcançados por essas intervenções.

Simplificando ao máximo a avaliação da efetividade do binômio recursos aplicados versus resultados alcançados, podemos dizer que custo é um investimento que não deu certo. Existem vários tipos de análises na Economia da Saúde, tais como custo/benefício, efetividade de custo e outras, mas a discussão dessas várias opções já foge aos objetivos deste nosso comentário.

A dispensação gratuita de monitores e tiras reagentes para o controle domiciliar da glicemia é um assunto polêmico em função dos elevados custos envolvidos e do questionamento das reais vantagens proporcionadas pela automonitorização, principalmente em pacientes com diabetes tipo 2.

Em resumo, os insumos para a avaliação do controle do diabetes somente estão disponíveis para os pacientes com diabetes tipo 1 e diabetes gestacional, mas não para os pacientes com diabetes tipo 2 não insulinizados.

Esse tratamento desigual acaba promovendo um aumento significativo do risco de complicações no diabetes tipo 2 uma vez que, não dispondo desse recurso, a grande maioria desses pacientes acaba por desconhecer seu mau controle glicêmico, retardando a procura por orientação médica e o início da insulinização, muitas vezes necessária nesses casos.

A International Diabetes Federation (IDF) publicou, em 2009, diretrizes específicas para a dispensação de insumos de controle para o diabetes tipo 2. Resumidamente, a IDF considera justificada a automonitorização quando o paciente tenha adquirido conhecimento, habilidade e desejo de utilizar conscientemente esse recurso. Defende, ainda, que a automonitorização glicêmica (AMG) seja praticada desde o diagnóstico como parte importante das estratégias de autocontrole da doença.

Da mesma forma, a IDF defende a individualização da frequência de testes de acordo com as necessidades clínicas, educacionais e farmacológicas de cada paciente, manifestando-se contrária a frequências pré-definidas de testes glicêmicos como acontece no sistema brasileiro.

O Sistema Nacional de Saúde do Reino Unido também resume as indicações e as justificativas para a automonitorização em apenas três tópicos: 1) o paciente deve estar orientado quanto ao uso e aos benefícios da correta utilização; 2) um programa de educação em diabetes deve estar acessível ao paciente e aos seus familiares; 3) os resultados dos testes glicêmicos devem ser utilizados pela equipe de saúde para a definição ou a correção da conduta terapêutica.

Em resumo, a política atual de distribuição de insumos de controle do diabetes no Brasil é certamente uma estratégia de alto custo e baixa efetividade, uma vez que a maioria dos pacientes atendidos não utiliza o recurso adequadamente e a maioria dos profissionais de saúde não dispõe das informações necessárias para orientar a conduta terapêutica, em função da utilização equivocada deste recurso diagnóstico. Está na hora de rever essa política com o objetivo de racionalizar custos e aumentar a efetividade prática dessa estratégia.


Fonte: International Diabetes Federation. Self-monitoring of Blood Glucose in Non-Insulin Treated Type 2 Diabetes.
Disponível em:  www.idf.org/webdata/docs/SMBG_EN2.pdf.
Acesso em 24 de novembro de 2010.

 

Dr. Augusto Pimazoni Netto
Coordenador dos Grupos de Educação e Controle do Diabetes do Hospital do Rim e Hipertensão da Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP e do Centro de Diabetes do Hospital Alemão Oswaldo Cruz

 

 

Escrito por Adj Birigui às 09h33
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27/10/2010


Dia Mundial do Diabetes: 14/11

Caros amigos e associados:

 

Mais uma vez estamos reunidos diante dos preparativos da comemoração do Dia Mundial do Diabetes: 14/11. Em mais de 160 países ao redor do mundo já existem eventos confirmados em alusão à data.

Este é o segundo ano da série 2009 a 2013: Diabetes: Educar para Prevenir”. O slogan desse ano: ”Let´s take control of Diabetes. Now” é uma chamada para todos os responsáveis pelos cuidados com Diabetes para que se atentem à necessidade de controlar a glicemia.

Para as pessoas com Diabetes Melito (DM), esta é uma mensagem sobre o poder de informação através da educação.  Para os governos, é um alerta para implantar estratégias eficientes e políticas de prevenção e de monitoramento do DM para preservar a saúde dos cidadãos com DM e daqueles que possuem risco de ter. Para profissionais de saúde, é uma chamada para melhorar o conhecimento de modo que as recomendações baseadas em evidências sejam colocadas em prática. Para o público em geral, é uma oportunidade para entender o impacto do DM na saúde. Também saber como evitar ou retardar o aparecimento do DM e suas complicações.

 

Os objetivos da campanha 2009-2013 são:

  1. Estimular os governos a implantar e fortalecer políticas de prevenção e controle do DM e de suas complicações.
  2. Disseminar ferramentas para apoiar as iniciativas nacionais e locais para a prevenção e monitoramento do DM e de suas complicações.
  3. Esclarecer a importância da educação baseada em evidências na prevenção e no monitoramento do DM e de suas complicações.
  4. Aumentar a conscientização dos sinais de alerta do DM e promover ações que incentivem o diagnóstico precoce.
  5. Aumentar a conscientização e promover ações para reduzir os principais fatores de risco do Diabetes tipo 2, que podem ser modificados.
  6. Aumentar a conscientização e promover ações para prevenir ou retardar o aparecimento de complicações do DM.

 

O Dia Mundial conta com o apoio da ONU (Organização das Nações Unidas), que assinou em 2006 uma Resolução que reconheceu o Diabetes como uma doença crônica, debilitante e de alto custo, principalmente quando associada a complicações severas.

 

            A nossa associação mais uma vez participará ativamente nessa data. A programação será a seguinte:

 

1)    Durante toda a semana do dia Mundial: segunda até sábado (08 a 13/11), a ADJ disponibilizará gratuitamente testes de glicemia para todos que comparecerem à sede (R. Ribeiro de Barros, 962), das 7:30h às 9:30h.  Após a realização do exame de glicemia, os pacientes terão direito a um café da manhã oferecido pela ADJ.

2)    No sábado 13/11, ocorrerão várias atividades, a partir das 9:00h.

*Atividades dirigidas para os portadores do Diabetes tipo 2

- Testes de glicemia

- Aferição de Pressão Arterial

- Avaliação dos pés.

 

*Atividades dirigida para portadores do Diabetes tipo 1

      Ás 9:30h palestra alusiva ao tema “Educar para prevenir”.

 

A International Diabetes Federation (IDF) lançou, em 2007, a campanha de iluminar em azul alguns monumentos de várias cidades espalhadas pelo mundo. Já no primeiro ano, centenas de locais aderiram à idéia e a cada ano aumenta o número de estabelecimentos - dos mais famosos a luzes de residências -. Não há mais dúvidas do sucesso da campanha. Nesse ano, a sede da ADJ receberá a iluminação em azul, no período noturno durante toda a semana do dia Mundial do Diabetes.

 

            Para maiores informações sugiro a consulta dos sites:

 www.adjbirigui.org.br

www.worlddiabetesday.org

 

SAUDAÇÕES A TODOS

DR. ANDRÉ LUIZ CRUZES

 

Médico endocrinologista, CRM: 79668

Presidente do conselho científico da ADJ - Região Noroeste paulista

Birigui - SP

Fone/fax: 18 36426473

                 18 97836844

e-mail: alcruzes@uol.com.br

 

Escrito por Adj Birigui às 08h55
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14/09/2010


Vila Brasil 2011

Vila Brasil 2011

A primeira edição do VILA BRASIL, realizada no Diabetes 2007, foi um sucesso.

O número de projetos apresentado superou todas as expectativas.

No Diabetes 2011, a proposta irá se repetir e, ao longo dos próximos meses, será feitoum trabalho de apuração para encontrar projetos e iniciativas em diabetes realizados pelo país, desenvolvidos por Associações, Grupos, ONGs ou outras entidades.

Lista de Projetos do Vila Brasil apurados

Atenção, abrir em uma nova janela. Veja a seguir a lista de Projetos do Vila Brasil apurados.

Sociedade Brasileira de Diabetes
Site da SBD
Campanha de Resíduos
Manual de Nutrição para Leigos

Acre
Posto de Saúde - Tucumã

Alagoas
SBD Regional Alagoas – Projeto Diabetes na Escola

Amapá
Programa de Educação da Unifap – Amapá

Amazonas
Associação de Diabetes e Hipertensão do Amazonas
Secretaria de Estado da Saúde do Amazonas (Susam)

Bahia
Associação dos Diabéticos do São Francisco (ADISF) – Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia – CEDEBA - Salvador
Adisa – Associação dos Diabéticos de Salvador - Salvador

Ceará
Projeto Sala de Espera – Fortaleza
Centro Integrado de Diabetes e Hipertensão de Fortaleza (CIDH) - Fortaleza
Secretaria de Saúde de Maranguape - Maranguape
Projeto de Mestrado de Ana Roberta Vilarouca - UFC - Fortaleza

Distrito Federal
Associação dos Diabéticos de Brasília (ADB) – Brasília
Hospital Universitário da UnB (FAHUB) – Brasília
Programa Orientado de Atividades Físicas para Diabéticos (Proafidi) - Doce Desafio – Brasília

Espírito Santo
Associação dos Diabéticos e Hipertensos da Grande São Pedro, Circunvizinhança e Amigos - Vitória
Programa Viver Bem – Unimed Norte Capixaba

Goiás
Associação dos Diabéticos do Sudeste Goiano – ADISGO – Goiânia

Maranhão
AMAD-I - São Luís

Mato Grosso do Sul
Diabetes e Prevenção – Projeto dos Índios Terena – Campo Grande

Minas Gerais
Associação de Diabéticos de Juiz de Fora (ADJF) – Juiz de Fora
Diabetes Weekend – Belo Horizonte
Projeto Doce Vida: Um Programa de Psicologia e Saúde Pública - UFSJ - São João Del Rei
Projeto de Extensão Acompanhamento, Educação e Prevenção em Diabetes Mellitus - HU-UFJF - Juiz de Fora
Acampamento para Jovens com Diabetes – ADJ e NR – Sapucaí-Mirim
Projeto UFMG - Belo Horizonte

Paraná
Associação Paranaense do Diabético Juvenil (APAD) – Curitiba
Projeto SEMPR - Serviço de Endocrinologia e Metabologia do Hospital de Clínicas (HC) da UFPR - Curitiba
Associação Beneficente dos Diabéticos e Hipertensos do Sitio Cercado e Região – Curitiba
EnDia – Toledo
Diabetes e Desportes - Curitiba

Pernambuco
Associação dos Diabéticos do São Francisco (ADISF) – Juazeiro (BA) e Petrolina (PE)
Associação Pernambucana do Diabético Jovem (APDJ) – Recife

Roraima
Programa Municipal de Doenças Crônicas Não Transmissíveis - Boa Vista
Casa de Saúde do Índio de Roraima

Rio Grande do Sul
Instituto da Criança com Diabetes (ICDRS) – Porto Alegre

Rio de Janeiro
Diabest – Rio de Janeiro
Site Bengala Legal – Rio de Janeiro
Associação dos Diabéticos e Amigos dos Diabéticos – Vassouras
Tio Julião – Rio de Janeiro
Projeto Unimed – Rio de Janeiro
Associação dos Diabéticos e Hipertensos de Rio das Ostras (Adhiro) - Rio das Ostras
Unimed Rio - Programa Para Viver Melhor
Serviço de Referência em Diabetes e Hipertensao de Vassouras - Pólo Diabético
Associação dos Diabéticos e Amigos dos Diabéticos de Vassouras - Vassouras
Associação dos Diabéticos da Lagoa (Adila) - Rio de Janeiro

São Paulo
Associação Associação de Diabetes do ABC (Adiabc) – Santo André
Associação de Diabetes Juvenil (ADJ) – São Paulo
Associação de Diabetes Juvenil Birigüi – Birigüi
Associação dos Diabéticos de Bauru (ADB) – Bauru
ONG Pró-Crianças e Jovens Diabéticos (ONG-JD) – São Paulo
Associação de Diabetes Doces Amigos da Baixada Santista - Cubatão
Projeto da Unimed – Campinas
Instituto de Endocrinologia e Nutrição – Santos
Associação Nacional de Assistência ao Diabético (ANAD) - São Paulo
Programa de Educação em Diabetes nas Escolas – Campinas
Associação Botucatuense - Projeto Cozinha Saudável - Botucatu

Sergipe
Centro de Diabetes de Sergipe

Fonte:www.diabetes2011.com.br/vila-brasil/21

Escrito por Adj Birigui às 10h59
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12º Curso de Qualificação em Educação em Diabetes

Data: 13 a 17 de Outubro – 2010
Local: Vitória – ES
Tema: Projeto Educando Educadores

Pré – requisitos:
- Ser profissional de saúde e Nível superior completo
- Atuar com educação em Diabetes  e Área Pública ou Privada
- Pretender atuar com educação em Diabetes

Carga Horária:
40 horas com Certificado ADJ – SBD – IDF/RELAD

Através de estratégias didático-pedagógicas, reconhecidas pela Federação Internacional de Diabetes e aulas ministradas por palestrantes nacionais e internacionais, os participantes terão oportunidade de ter contato com:
- Conceitos fundamentais sobre educação em Diabetes;
- Aspectos emocionais e comportamentais;
- Oficinas práticas de: monitorização, insulinização, medicação oral;
-Oficina prática de Pé Diabético;
- Atividade Física;
- Entre outros.

Investimento:
R$ 500,00 (à vista ou até 3x) - Incluso apostila, coffe-breaks e almoços.

Informações: www.adj.org.br/ ou www.diabetes.org.br

Escrito por Adj Birigui às 10h52
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11/08/2010


ANÁLISE DA INCIDÊNCIA DE DIABETES MELITO TIPO 1 NO PERÍODO DE 2003 A 2010 NA ASSOCIAÇÃO DE DIABETES JUVENIL REGIONAL NOROESTE PAULISTA.

Analisamos os casos novos diagnosticados e cadastrados na ADJ em duas fases: no triênio 2003/4/5 e no triênio 2008/9/10 (até o mês de julho).Foram considerados crianças, aqueles que ao diagnóstico apresentavam a14 anos ou menos.Na nossa análise, apesar de várias limitações*, coincide com aumento grande na incidência de DM1 no Brasil.

No primeiro triênio houve 36 casos novos. No segundo triênio houve 42 casos novos (16.6% de aumento).

No primeiro triênio, houve 13 crianças (36.1% do total de casos novos). No segundo triênio houve 24 crianças (57,1% do total de casos novos). Houve aumento de 84,6% de crianças do segundo triênio em relação ao primeiro. Na nossa amostra houve predomínio na faixa etária até 5 anos, coincidindo com a tendência mundial.

 

    É sabido que a incidência de Diabetes tipo 1 vem subindo no mundo todo, em torno de 3 a 5% ao ano. Este aumento é predominante na população infantil abaixo de 5 anos (1). Fato documentado em 2000 e corroborado 10 anos após em publicação recente (2).

        Em estudo realizado em Bauru e publicado internacionalmente (Journal of Endocrinological Investigation) (3) nesse ano, ficou evidenciado um aumento de 9,6 vezes na incidência de DM1 no período de 1987 a 2002 em crianças até 14 anos de idade. Neste estudo, o aumento foi predominante na faixa etária entre 5 a 9 anos, nas classes econômico-sociais mais baixas e predominou nos meses de inverno e de índices pluviométricos altos. A incidência de 27%/100.000 no ano de 2002 é considerada muito alta.

Existem várias hipóteses para o aumento global da incidência, embora nada ainda conclusivo ((2).

 

   

    Concluimos que houve um aumento significativo do número de novos casos de DM1, e que esse incremento de incidência ocorreu prinicipalmente no subgrupo com idade inferior a 5 anos.

    Limitações da nossa análise:

- Não envolveu o ano todo de 2010

- Só levamos em consideração os pacientes que foram cadastrados na ADJ

- Não há rigor estatístico

 

 

1) Karnoven M et al. Incidence of childhood type 1 diabetes worldwide. Diabetes Care, 2000, 23: 1516-26.

2) Dangeli M,et al. Enviromental factors associated with childhood-onset type 1 diabetes mellitus: an exploration of the hygiene and overload hypothesis. Arch Pediatr Adolesc Med 2010; 164: 732-738.

3) Negrato, CA et al. Temporal Trends in Incidence of Type 1 Diabetes Between 1986 and 2006 in Brazil – Journal of Clinical Investigation 2010.

 

 

Escrito por Adj Birigui às 08h01
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14/05/2010


REPERÇUSSÕES DO III CTMD.

O TERCEIRO CURSO DE TREINAMENTO MJLTIPROFISSIONAL EM DIABETES, REALIZADO NOS DIAS 07 E 08/05, EM ARAÇATUBA, CUMPRIU O SEU OBJETIVO EM PREPARAR OS PROFISSIONAIS DE SAÚDE PARA LIDAR COM PORTADORES DE DIABETES.

            NOS DOIS DIAS DE ATIVIDADES, O AUDITÓRIO FICOU REPLETO, O QUE PROPORCIONOU INTERATIVIDADE ENTRE OS PARTICIPANTES E OS PALESTRANTES, GARANTINDO ASSIM, O SUCESSO DO EVENTO.

            ALGUNS MOMENTOS MERECERAM DESTAQUE ESPECIAL, COMO POR EXEMPLO A APRESENTAÇÃO DOS MAPAS DE CONVERSAÇÃO, UMA NOVA FERRAMENTA NA EDUCAÇÃO EM DIABETES, COORDENADA PELA ENFERMEIRA CLÁUDIA ELAINE TERENSI BOSCO.

            AS OFICINAS DE INTEGRAÇÃO TAMBÉM TIVERAM ÓTIMA RECEPÇÃO POR PARTE DOS PARTICIPANTES, QUE SE DIVIDIRAM POR CRITÉRIO DE GOSTO PESSOAL ENTRE NUTRIÇÃO, MONITORAMENTO DA GLICEMIA E TÉCNICAS DE APLICAÇÃO DE INSULINA.

            AS PALESTRAS TAMBÉM FORAM ELOGIADAS PELOS PARTICIPANTES. UM REFLEXO DISSO FOI A SOLITAÇÃO DA DISPONIBILIZAÇÃO DAS PALESTRAS NO SITE DA ADJ, PROVIDÊNCIA QUE ACATAMOS E QUE EM BREVE SE REALIZARÁ.


ANDRÉ LUIZ CRUZES

Escrito por Adj Birigui às 10h24
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12/05/2010


Site pretende amenizar o impacto da diabetes na adolescência

A adolescência é reconhecida como uma fase difícil da vida. Nesse período, qualquer doença que requeira cuidados constantes, pode significar algo devastador. Pensando nessas circunstâncias, a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) desenvolveu o site http://www.diabetesnasescolas.org.br/ para auxiliar jovens e escolas.

fonte:  www.diabetes.org.br


Escrito por Adj Birigui às 09h52
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22/04/2010


Terceiro Curso de Treinamento Multiprofissional em Diabetes

Escrito por Adj Birigui às 16h39
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Terceiro Curso de Treinamento Multiprofissional em Diabetes

É com imensa satisfação que os convidamos para o Terceiro Curso de Treinamento Multiprofissional em Diabetes. A Associação de Diabetes Juvenil (ADJ) da Região Noroeste Paulista, através do NTD (Núcleo de Treinamento em Diabetes), pretende divulgar conhecimentos na área de capacitação profissional em Diabetes, com finalidade de aperfeiçoamento profissional e atualização cientifica.

         O formato desse evento tem a finalidade de propiciar um aproveitamento máximo da programação científica, bem como aumentar a interação entre todos os participantes.

         O tema Educar para Prevenir é o mesmo que a Federação Internacional de Diabetes (IDF) vem utilizando em sua campanha no período 2009-2011 e vem de encontro com a proposta de atuação da ADJ Regional Noroeste Paulista.

         Contamos com vocês para o pleno sucesso desse evento.

             

ANDRÉ LUIZ CRUZES

CLÁUDIA ELAINE T. BOSCO

Comitê organizador.

Escrito por Adj Birigui às 16h29
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